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domingo, 27 de março de 2011

Top 5- Salvadores de séries

Acredito que um top 5 desse estilo possa gerar várias polêmicas. Por "salvadores de séries" eu entendo que são personagens que, de alguma forma, sustentam a série. Às vezes uns são mais necessários do que os outros, mas em suma, toda série tem um pilar sobre o qual o enredo se sustenta.

Não sei dizer exatamente o critério no qual me baseei. Foi mais pela relevância do personagem mesmo, se, durante as temporadas demonstrou relevância em todos - ou grande parte - dos capítulos e etc.

Enfim, apresento-vos agora e minhas justificativas virão a seguir.

5º lugar - Greg Sanders (Eric Szmanda) CSI: Crime Scene Investigation



CSI é uma ótima série no que diz respeito ao enredo dos casos que apresenta. No entanto, as personagens principais não são bem trabalhadas ao longo das temporadas. Poderia ser óbvio que Grissom é a grande chave de sucesso da série, no entanto, Greg além de dar o toque de humor, mantém uma certa linearidade no que diz respeito à sua história ao longo dos episódios. Sua determinação para ser um CSI de campo e sair dos laboratórios de DNA acaba se destacando diante da realidade de outras personagens como da Catherine ou do Warrick (seu problema com jogo é explorado com profundidade apenas na primeira temporada).

4º lugar- Chandler Bing (Matthew Perry) Friends

Não sei se causará tanta polêmica Chandler ter sido o eleito para esse top 5. Friends é a série do coração de muita gente e eu muito assisti mesmo que fora de ordem. Foi difícil escolher entre ele e o Ross mas acho que o Chandler tinha a pitada de humor que levava a série adiante. Muitos dos outros personagens só ganhavam graça se interligados as piadas do Chandler. Alguns podem questionar "por que não a Phoebe"? Não para a Phoebe porque depois de alguns episódios ela fica idiota e perde o humor... só isso! Bem... próximo do top 5 para eu não apanhar!

3º lugar- Barney Stinson (Neil Patrick Harris) How I met your mother

Os três primeiros lugares do top 5 foram muito difíceis de serem ordenados. No entanto, resolvi estabelecer um critério de... característica particular incomum. O Barney é um pegador, um garanhão. E as suas concepções de conquista, as cantadas baixas, o fato de estar sempre wearing a suit fazem com que ele seja especial na série mas no mundo real, temos vários Barneys rondando por aí. Por esse motivo, vai pra ele o terceiro lugar.

2º lugar- Walter Bishop (John Noble) Fringe
Lembro que quando parei de assistir Fringe, mais ou menos na metade da segunda temporada, a única coisa que ainda era capaz de me manter atenta à série era a presença do Walter. Um gênio incompreendido capaz de dar doses de humor à série com seus comentários muitas vezes impróprios sobre gastronomia ou com os nomes absurdos que dava para a Astrid! Agora que estou assistindo novamente a primeira temporada, ainda me surpreendo com o talento do Noble. Não é pra qualquer um. Poderia ter ficado em primeiro lugar, mas quando vocês conhecerem o grande vencedor e as justificativas para o seu reinado, talvez entenderão.

1º lugar- John Locke (Terry O'Quinn) LOST
Tudo bem. Eu sei que dizer que uma série das proporções de LOST tem um salvador é meio absurdo. Mas pensem bem: de todas as histórias das personagens, existe qualquer uma mais bizarra do que a vivida pelo coitado do John Locke? Um cara que teve um rim roubado pelo pai! Um cara que trocentos anos depois de ter sido abandonado, ainda queria um contato mais próximo com seu querido daddy. O extremo da carência. Paralelo a isso, o poder que a ilha dava a ele, a vontade que ele tinha de ficar em um lugar imaginário porque apenas ali ele existia. Para mim, esses são motivos suficientes para que Locke seja eleito o mais foda de LOST!

Espero que tenham gostado desse top 5, e quem sabe, desse não surgirá a ideia para outros top 5's seguindo essa mesma linha. ;)







sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Primeiro Top 5 da Freak!

Atendendo a pedidos, resolvi fazer um top 5 também. O Paulinho restringiu muito as aberturas das séries para aquelas que contivessem letra (e ainda deixou CSI, com The Who de fora!) então faço um aqui para aquelas aberturas de séries melódicas e, em sua maioria, eletrizantes! :)

5º- Teardrops - Massive Attack - House M.D.


A música originalmente, tem letra. O clipe é angustiante... um feto ainda no útero da mãe. Mas essa linha melódica que deram, adorei.

4º- Tema de abertura de Fringe:


O tema combina com o clima de mistério da série... ouvir essa música já me deixava empolgada para um grande episódio. (Atualmente, há controvérsias! haha)

3º - Tema de abertura de Criminal Minds:


Pode parecer até óbvio dizer que a abertura da série tem a ver com o estilo da mesma, mas acredito que nesse caso, particularmente, se a melodia fosse monótona, não iria revelar todo o clima tenso dos membros da B.A.U.!

2º- Tema de abertura de Dexter:


Essa abertura de Dexter me dá é uma fome! Mas a música passa bem aquele estilo calmo, tranquilo, de quem fica comendo pelas beiradas, como o nosso querido serial killer. Medalha de prata. Go, Dex!

1º- Tema de abertura de LOST:


Medalha de ouro para a série mais suprema de todos os tempos! Vocês não têm noção do que esses barulhinhos quase sem sentido causavam na minha alma com essas letronas quase invadindo o quarto. Muito afudê!

Não acho que tenha sido tão brilhante quanto meus outros partners de blog mas foi uma singela tentativa. :)


quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Top Five - Músicas de Abertura

As músicas de abertura sempre configuram um clima especial ou uma identidade para as séries. Muitas delas são instrumentais ou incindentais (nuca sei o que é isso), como em Dexter e How I Met Your Mother, porém outras são cantadas a plenos pulmões e carregam em suas letras muito significado. Especialmente em relação à série que pertecem.

Então, vamos a mais uma listagem: a das músicas de abertura que mais identificam sua série e a fazem jus.





Joe Cocker canta lentamente esta música dos Beatles e vai pontuando imagens de Kevin (Fred Savage). Wonder Years (Anos Incríveis, na tradução) foi uma das primeiras séries que eu assisti. Obviamente, nada tão viciado quanto agora, buscando a cronologia da série, mitologia, pesquisando e tudo mais. Mas guardo com carinho algumas tardes, vendo na Band as aventuras de Kevin sempre na presença da abertura emocionante de Joe Cocker.

4° - At Least It Was Here - The 88 - Community



A inocente série sobre um grupo de estudos em uma faculdade comunitária tem um música tema tão inocente e otimista quanto. Acompanhada dos créditos apresentados em forma de origami - com rabiscos juvenis de caneta - a música vai criando o clima certo para se assistir a série.

3° - The Big Bang Theory - Barenaked Ladies - The Big Bang Theory



A série sobre um grupo de nerds, tem uma música tema e abertura que remete ao mundo nerd. Com citações à muralha da China, às pirâmides do Egito, Torre Eiffel, Taj Mahal, Einstein, Martin Luther King entre outros (e uma linha do tempo quase imperceptível permeando tudo), vai abrindo o episódio e mostrando que tudo começa com um Big Bang.




Uma das melhores e mais queridas séries de todas os tempos tem uma abertura marcante. Mostrando os seis atores se esbaldando junto a um chafariz e flashs de cenas marcantes, Friends já começava bem nos créditos. A abertura mudava de vez em quando, e até a música (tendo o refrão reduzido), mas sabíamos que eles estavam lá por nós.

1° - Bad Things - Jace Everett - True Blood



A princípio uma série de vampiros, em tempos de Crepúsculo, pode parecer algo teen, bobinho e sem graça. Mas True Blood contraria tudo isso. A série tem uma pegada forte, com muito sexo e violência. A abertura é pouco mais longa que as demais, mas extremamente necessária para entrar no clima da série. Após alguns minutos de exorcismos, cobras, algum sangue (falso?) e corpos nus, também se tem vontade de fazer coisas más.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Top 5 - Losers

Mais uma pequena lista para nossa diversão. Esse Top Five é sobre aquelas pessoas que por mais que tentem, se esforcem, acabam sempre se dando mal. Em séries de comédia são divertidíssimos e rendem boas risadas, em dramas são motivos de piedade e até raiva. Que Murphy os abençoe e deixe a loseragem correr solta.

Antes de tudo, aquele tradicional aviso: ESSE POST PODE CONTER SPOILERS!

5º - Debra Morgan (Jeniffer Carpenter) - Dexter


Inaugurando a lista, um caso menos grave. Debra não é de todo loser é mais uma loser afetiva. Muito inteligente e ótima detetive, a irmã de Dexter, porém, tem um dedo péssimo para escolher seus relacionamentos. Ficou noiva e acreditou ter encontrado o amor da sua vida, porém ela estava apaixonada por ninguém menos que o Ice Truck Killer que, buscando vingança de Dexter, a sequestrou e quase a matou. Depois se envolveu com uma testemunha, Anton, que quase acabou morto. Ultimamente tem tido idas e voltas com seu parceiro Quinn, desafeto declarado de seu irmão. Tudo isso sem esquecer que Debra eventualmente irá descobrir o dark passenger de Dexter e terá um grande dilema por ser policial.

4º - Stevie Janowski (Steve Little) - Eastbound & Down


A cara de pastel não deixa dúvidas. Stevie era professor de música na escola de Shelby, até que o ex-jogador profissional de beisebol Kenny Powers chega à escola. Totalmente carente e excluído socialmente, Stevie vê em Kenny a chance de ser cool. Porém, Kenny se aproveita da ingenuidade de Stevie e o faz seu assistente, fazendo Stevie de gato e sapato apenas pelo direito de andar com ele. Stevie é tão "apaixonado" por Kenny que abandona a escola e vai atrás dele, estando ele onde estiver, mesmo Kenny volta e meia humilhando-o.

3º - Alan Harper (Jon Cryer) - Two and a Half Men


Alan sempre foi o irmão careta e rejeitado de Charlie, porém após sua esposa descobrir que era lésbica - na verdade era uma fase ou uma desculpa - e pedir o divórcio, Alan não teve outra saída senão recorrer ao seu irmão rico. Muquirana de carteirinha e brega de nascença, Alan volta e meia é humilhado pelo irmão, ludibriado pelas mulheres e explorado por sua mãe. Alan sofre também com o humor de Berta, a governanta de Charlie, e é constantemente sacaneado por ser quiroprático.

2º - John Locke (Terry O'Quinn) - Lost


O inocente John Locke foi abandonado pelos pais quando nasceu e criado por vários pais adotivos, já adulto e estabelecido reencontra seu pai biológico que, na verdade, era um grande golpista. Locke é enganado por seu pai, que o faz acreditar que o ama, e doa um rim para ele, que foge após a cirurgia. Mesmo magoado, Locke continua a tentar contato com seu pai, que o rejeita. Porém, quando Locke tenta se meter em um dos golpes de seu pai acaba ajudando-o. No entanto, como agradecimento é lançado do alto de um edíficio e fica paralítico. Já na ilha, John fica curado milagrosamente e acredita ser especial. Só que mesmo defendendo a ilha com unhas e dentes e se tornado líder dos Outros, Locke acaba se suicidando e deixando o loop ball necessário para o Homem de Preto tomar seu corpo e dar início ao plano de escapar da ilha.

1º - George Costanza (Jason Alexander) - Seinfeld


Baixinho, careca, de óculos, gordinho e com um complexo de inferioridade do tamanho do mundo, George é a personificação da loseragem. Suas trapalhadas o fazem perder o emprego - acaba sendo sustentado pela mãe -, várias namoradas e algum dinheiro. Pão-duro, preconceiutoso e sem-noção, George acaba se metendo em confusões por conta de suas neuras. Numa célebre cena ele recusa o pedido de uma mulher para que suba em seu apartamento para tomar café alegando que não gosta de café à noite pois o mantém acordado.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Top Five - De Série Em Série

Maria Doyle Kennedy: The Tudors x Dexter

De um lado, Catherine of Aragon, uma tremenda de uma chata em luto permanente, que só quer saber de rezar e lamentar sua vida. Deixa The Tudors mais entediante do que já é. Está com sono? É só colocar um EPzinho da primeira temporada: Catherine implorando a deus por um filho homem pra agradar seu marido promíscuo, o rei Henry VIII. C’mon!



Do outro lado, há Sonya, uma ex-enfermeira irlandesa contratada por Dexter pra cuidar de seu filho Harrison. A mulher é tão boa, tão perfeitinha que chega a irritar. Too good to be true. Ainda tenho esperanças de que algum furo seja descoberto a respeito do passado dela ou algo do tipo.


Enfim, a falta de graça permanece, mas Sonya esbanja alegria, algo que Catherine carece...


Alyson Hannigan: Buffy x How I Met Your Mother

Ao longo de Buffy, Willow assume diversas identidades: bruxa sem gracinha, lésbica, vampira e Dark Willow. História bastante interessante. Buffy foi uma das primeiras séries que acompanhei.







Já em How I Met Your Mother, Alyson Hannigan mostra seu talento como comediante. Ela interpreta Lily, uma professora de pré-escola que se casa com Marshall, seu namorado desde a faculdade.


Lily demonstra-se super parceira e, assim como Willow com sua dependência de magia, possui um vício: não consegue desgrudar de Marshall.


Ian Somerhalder: Lost x The Vampire Diaries

Ah, Ian… (Eu precisava começar com um suspiro!)
Revoltadinho de Lost, Boone é um riquinho que gosta da meia-irmã, Shannon. Ele embarca em aventuras pela ilha com o misterioso John Locke, ex-paralítico que não gosta que ninguém diga o que ele não pode fazer – Don’t tell me what I can’t do!





Ainda revoltadinho em The Vampire Diaries, Somerhalder interpreta Damon, um vampiro que sente saudade de ser humano e é apaixonado pela namorada do irmão, mas nega tudo. Damon é o bad guy que toda mulher gosta. Banca o durão, esconde os sentimentos e pega geral em Mystic Falls.


























Courteney Cox: Friends x Cougar Town


Em Friends, é Mônica Geller, ex-gorduchinha e pra sempre compulsiva por limpeza. Namora desde estudantes de high school até caras mais velhos bigodudos e fumantes de charuto. Acaba casando com um de seus melhores amigos, Chandler Bing, mas decide preservar seu sobrenome.



Já em Cougar Town, Courteney Cox percorre o caminho oposto de Mônica: interpreta a protagonista Jules, quarentona recém-divorciada de Bobby que decide correr atrás do tempo perdido.



Jules, assim como Mônica, é mandona e quer que tudo seja do seu jeito, mas as similitudes param por aí. Cox deixa a desejar em sua interpretação mega forçada de Jules, dando aos demais personagens o mérito pelo humor da série.


James Van Der Beek: Dawson’s Creek x Criminal Minds

Depois de personagens fixos, escolhi uma participação para primeiro lugar deste Top Five, pois foi o que mais me chamou a atenção dentre os demais atores e personagens que citei aqui.
Van Der Beek, após interpretar Dawson, um adolescente bonzinho e sonhador, assume o papel de um dos serial killers da série Criminal Minds. Fiquei simplesmente cho-ca-da! Passei anos guardando a imagem do guri com estilo príncipe encantado, que sonhava em ser diretor de cinema, que passou a série inteira sofrendo por amor e teve de se contentar somente com sua realização profissional.


Então, me deparei com sua aparição em Criminal Minds, na qual interpreta um cara que era abusado física e psicologicamente pelo pai e transforma-se em um assassino com dupla personalidade.



A quem despertou curiosidade, James Van Der Beek aparece nos episódios 14 e 15 da 2º temporada de Criminal Minds.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Top Five - Participações Especiais em Séries de Comédia

ATENÇÃO! ESTE POST CONTÉM SPOILERS!!!!!!
Não leia a menos que já tenha visto a primeira temporada de Modern Family, Eastbound & Down e Community; a segunda de The Big Bang Theory; e a sexta (e atual) temporada de How I Met Your Mother.
Feito o aviso, vamos a mais um Top Five:


Peguei a febre dos Top Five (hehehe). Para mais um post,uma nova ideia: as participações improváveis (ou impagáveis) que vez ou outra aparecem nas séries de comédia. Aquelas aparições que nos deixam sem saber o que fazer por meio segundo e que depois fazem todo o sentido. Além, é claro, do prazer de ver gente "desconhecida" em nossas séries favoritas.
Outro detalhe, séries como 30 Rock e Friends - esta até por falta de conhecimento meu - as quais têm várias participações especiais ficaram de fora. Minha intenção era chamar a atenção para aquelas séries que raramente têm convidados.

Enjoy!


5° - Eastbound & Down - S01E02

Convidado: Will Ferrel

Kenny "Fucking" Powers (Danny McBride) conhece o dono de uma revendedora de carros picareta que lhe oferece um contrato de publicidade. O tal dono é ninguém menos que o engraçadíssimo Will Ferrel. O malandro tenta passar Kenny Powers para trás e, obviamente, recebe o merecido "kick ass".


4° - The Big Bang Theory - S02E04

Convidado: Charlie Sheen

Raj (Kunal Nayyar) é considerado uma promessa pela revista People. Feliz da vida, ele conta aos seus amigos a novidade. Porém, de tanto se gabar os próprios amigos o abandonam, em uma mesa de restaurante. Não tendo a quem contar a façanha, ele chama a atenção de um homem sentado no bar do restaurante e diz que aparecerá na People. Porém, o homem é ninguém menos que Charlie Sheen, que retruca "Quando você estiver na capa, me avisa".

3° - Modern Family - S01E08

Convidado: Edward Norton

Claire (Julie Bowen) e Phill (Ty Burrell) estão comemorando aniversário e Claire decide dar um presente ao marido: contrata um decadente músico de uma antiga banda para que ele toque a música deles. Aqui a surpresa não é nem tanto pela performance, ou pela dose de risada, mas sim pelo fato de Edward Norton, o músico em questão, ser um ator bastante conceituado, que raramente aceita trabalhos "banais". O episódio não é grandes coisas, mas pela aparição vale a pena.

2° - Community - S01E13


Aqui, mais uma aparição da categoria "susto". O já tradicional grupo de estudos de Espanhol da faculdade comunitária Greendale se reúne após as férias de inverno, quando, de repente, um novo membro se junta ao time - contra a vontade deles: Jack Black. O irritante Buddy rouba a cena quando aparece, mas se achávamos que já era susto suficiente, ao fim do episódio Owen Wilson aparece e "salva" a turma do enjoado Jack Black.

1° - How I Met Your Mother - S06E10

Convidado: Jorge Garcia

Ted (Josh Radnor) e Marshal (Jason Segel) relembram um antigo colega de faculdade que tinha o estranho "dom" de ir embora minutos antes de algo extraordinário acontecer, o que lhe valeu o apelido de Blitz. Quando o flashback é acionado, damos de cara com Jorge Garcia, ele mesmo, o eterno Hurley, de Lost. Permeado de referências à Lost e com o grudento bordão "Awww, man!", este é um dos melhores episódios de How I Met Your Mother.

E aí, concorda, discorda ou muito pelo contrário? Dê sua opinião!

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Top Five Músicas: Season 2

Seguindo a idéia do Paulo, fiz o meu Top 5 Músicas. Para não repetir o post dele trocando somente as músicas, resolvi escolher as minhas usando alguns critérios diferentes. As minhas escolhidas não são necessariamente músicas que eu gosto. Elas estão aqui pelo seu significado, pela reação que causaram em mim ou pelas lembranças que despertam.

Glory Box – Portishead (CSI 2x02 – Chaos Theory)

Em um dormitório universitário, uma jovem mulher aguarda na janela a chegada da sua carona. Naquela noite chuvosa ela seria assassinada.

Embora Chaos Theory não seja um episódio chave para a série, mantém a qualidade tradicional das duas primeiras temporadas de CSI. Essa série não é reconhecida pelo cuidado com a trilha sonora, como é o caso de algumas das outras abaixo, mas Glory Box foi um grande acerto.



4º – Delicate – Damien Rice (Lost 1x17 ...In Translation)

Essa, assim como uma das escolhidas do Paulo, é mais uma música do fantástico Discman do Hurley. Agora que eu parei para escrever esse post comecei a achar esquisito o Hurley, sendo do jeito que é, ter esses tipos de gostos para música. Sou só eu? Além disso, sendo o dude podre de rico, ele não poderia ter comprado um mp3 player já naquela época?

Delicate é linda e merece com certeza ser a primeira música de O, o primeiro trabalho solo de Damien Rice. Tive que me conter para não escrever que essa música é a melhor do disco, porque seria uma injustiça, afinal o cd é maravilhoso.



Fight the Power – Public Enemy (House 5x22 – House Divided)

Nos 30 segundos mais engraçados de toda a série, House aparece segurando um rádio e dançando, como se fosse um rapper. O rádio, ou melhor, as vibrações que ele emite, são utilizadas em um teste para confirmar uma suspeita do médico.

Eu ri tanto que tive que pausar o episódio para não perder o diálogo! Voltei incontáveis vezes para assistir de novo e ri em todas, o que é algo extremamente raro de acontecer comigo. Além disso, é impressionante como essa música vicia! Passei vários dias escutando direto.



Here I Dreamt I Was an Architect The Decemberists (How I Met Your Mother 2x04 – Ted Mosby, Architect)

Esse episódio tem como um de seus focos as dificuldades que a Robin tem em se relacionar, sendo acostumada a viver sozinha e entrar e sair de relacionamentos quando bem desejava. Ted é um cara legal, mas gosta de falar de assuntos que só ele no grupo se interessa, como Arquitetura. Isso gerou alguns conflitos entre eles e a música fica ao fundo, enquanto eles acertam alguns pontos em seu relacionamento.

Não conheço muito de Decemberists, mas entre os cds deles que eu ouvi, Castaways and Cutouts, é o melhor. Me parece que Decemberists é bem menos conhecido do que deveria.



Carry On Wayward Son – Kansas (Supernatural 3x16 – No Rest for the Wicked)

Episódios épicos de Supernatural são aqueles que começam com um Impala preto correndo pelas estradas dos Estados Unidos ao som de Carry On Wayward Son. Isso significa que é começo ou fim de temporada, que veremos algumas cenas com os momentos mais relevantes até o momento e, é claro, que vai rolar muita, mas muita ass kickery. Essa música, como pode-se imaginar, é trilha de diversos episódios, mas escolhi esse em especial porque faz parte dos melhores dias da série. Saudades.

A trilha sonora de Supernatural é recheada de músicas de bandas de rock dos anos 70 e 80, principalmente. Provavelmente isso é resultado do gosto dos showrunners da série, mas é refletido no Dean, declarado fã de rock antigo. O fato é que na maioria dos episódios sempre tem alguma banda tocando. Nomes como Lynyrd Skynyrd, Rolling Stones, Creedence Clearwater Revival, Bob Dylan, The Stooges e Alice in Chains dão as caras na série. Assim como a música destacada nesse post, AC/DC é praticamente trilha oficial dos momentos mais importantes da série.

Mesmo eu nunca tendo gostado de Kansas, escolhi essa como a número 1 pela lembrança dos melhores momentos da série e pela sua relevância para Supernatural. A letra faz muito sentido e parece ser uma daquelas músicas criadas especificamente para serem utilizadas em conjunto com algum livro, série, filme ou personagem.



_______

Escolhi uma música por série para tentar deixar o post variado. House e How I Met Your Mother, por exemplo, possuem ótimas trilhas, com músicas em quantidade suficiente para que se façam alguns posts específicos para cada uma delas, sem que aconteçam repetições.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Top Five - Músicas


Inaugurando uma nova seção no blog, proponho um Top Five de qualquer coisa que tenha se passado nas nossa séries preferidas. Para começar, um Top Five das melhores músicas, na minha opinião, que tocaram não só nas caixas de som do PC.

Vamos a elas:

5º - Nothing compares to you – Sinnead O’Connor (JerichoS01E11)

Jake (Skeet Ulrich) e Emily (Ashley Scott) estão conversando sobre seu passado quando Jake diz que Emily não parava de cantar a música de uma cantora careca. Emily diz que aquela era música deles, o que surpreende Jake.

Mais tarde, no bar de Mary (Clare Carey), Jake encontra a música na jukebox e põe pra tocar, surpreendendo Emily.
Eles começam a dançar ao som da música, porém no momento do beijo o irmão de Jake, Eric (Kenneth Mitchell), chega com (más) notícias, interrompendo o beijo e a música.


4º - Like a rolling stone – Rolling Stones (FlashForward – S01E06)

Um tiroteio digno de James Bond ao som de uma das melhores músicas de Bob Dylan – interpretada pelos Rolling Stones. O tiroteio fez o governo americano acreditar no Projeto Mosaico e investir dinheiro nele. Na mesma cena Janis (Christine Woods) leva um tiro, o que poderia prejudicar a visão que ela teve em seu flashforward.


3º - Are you sure - Willie Nelson (Lost – S01E06)

Jack (Mathew Fox) decide se mudar para as cavernas e consegue alguns seguidores. Já estabelecidos, à noite, Hurley (Jorge Garcia) põe seu walkman – uma das primeiras coisas que havia comprado após ganhar na loteria – a tocar Willie Nelson.

A música melancólica, com título sugestivo, demonstrava a dúvida que pairava entre os sobreviventes: as cavernas eram um bom negócio?


2º - Spit on stranger – Pavement (How I Met Your Mother – S01E13)

Ted (Josh Radnor) conhece uma mulher no casamento de Stuart (Matt Boren), eles se dão bem, porém concordam em não se ver mais depois daquela noite. Eles nem trocam telefones ou algo parecido. Porém, Ted fica obcecado por ela e depois de muito procurar a reencontra.

No momento em que se vêem, Spit on stranger começa a tocar. Ela pode não ter sido a “mother”, mas pelo menos proporcionou um dos grandes momentos da série.


1º - No Surprises – Radiohead (House – S06E01)

Em um episódio com um nome adequado, Broken, House (Hugh Laurie) começa sua luta para se livrar do vício de Vicodin. Assim que começa o episódio, o teclado do Radiohead inicia sua música melancólica. A luta contra a dor e a abstinência parece acentuada por essa ótima música.


E então, concordam, discordam, tem outras sugestões? Os comentários estão aí para isso.

Como bônus, vocês podem baixar as músicas citadas neste Top Five aqui.


Crédito das imagens: Havyner! Thanks, bro.