segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Top Five - Participações Especiais em Séries de Comédia

ATENÇÃO! ESTE POST CONTÉM SPOILERS!!!!!!
Não leia a menos que já tenha visto a primeira temporada de Modern Family, Eastbound & Down e Community; a segunda de The Big Bang Theory; e a sexta (e atual) temporada de How I Met Your Mother.
Feito o aviso, vamos a mais um Top Five:


Peguei a febre dos Top Five (hehehe). Para mais um post,uma nova ideia: as participações improváveis (ou impagáveis) que vez ou outra aparecem nas séries de comédia. Aquelas aparições que nos deixam sem saber o que fazer por meio segundo e que depois fazem todo o sentido. Além, é claro, do prazer de ver gente "desconhecida" em nossas séries favoritas.
Outro detalhe, séries como 30 Rock e Friends - esta até por falta de conhecimento meu - as quais têm várias participações especiais ficaram de fora. Minha intenção era chamar a atenção para aquelas séries que raramente têm convidados.

Enjoy!


5° - Eastbound & Down - S01E02

Convidado: Will Ferrel

Kenny "Fucking" Powers (Danny McBride) conhece o dono de uma revendedora de carros picareta que lhe oferece um contrato de publicidade. O tal dono é ninguém menos que o engraçadíssimo Will Ferrel. O malandro tenta passar Kenny Powers para trás e, obviamente, recebe o merecido "kick ass".


4° - The Big Bang Theory - S02E04

Convidado: Charlie Sheen

Raj (Kunal Nayyar) é considerado uma promessa pela revista People. Feliz da vida, ele conta aos seus amigos a novidade. Porém, de tanto se gabar os próprios amigos o abandonam, em uma mesa de restaurante. Não tendo a quem contar a façanha, ele chama a atenção de um homem sentado no bar do restaurante e diz que aparecerá na People. Porém, o homem é ninguém menos que Charlie Sheen, que retruca "Quando você estiver na capa, me avisa".

3° - Modern Family - S01E08

Convidado: Edward Norton

Claire (Julie Bowen) e Phill (Ty Burrell) estão comemorando aniversário e Claire decide dar um presente ao marido: contrata um decadente músico de uma antiga banda para que ele toque a música deles. Aqui a surpresa não é nem tanto pela performance, ou pela dose de risada, mas sim pelo fato de Edward Norton, o músico em questão, ser um ator bastante conceituado, que raramente aceita trabalhos "banais". O episódio não é grandes coisas, mas pela aparição vale a pena.

2° - Community - S01E13


Aqui, mais uma aparição da categoria "susto". O já tradicional grupo de estudos de Espanhol da faculdade comunitária Greendale se reúne após as férias de inverno, quando, de repente, um novo membro se junta ao time - contra a vontade deles: Jack Black. O irritante Buddy rouba a cena quando aparece, mas se achávamos que já era susto suficiente, ao fim do episódio Owen Wilson aparece e "salva" a turma do enjoado Jack Black.

1° - How I Met Your Mother - S06E10

Convidado: Jorge Garcia

Ted (Josh Radnor) e Marshal (Jason Segel) relembram um antigo colega de faculdade que tinha o estranho "dom" de ir embora minutos antes de algo extraordinário acontecer, o que lhe valeu o apelido de Blitz. Quando o flashback é acionado, damos de cara com Jorge Garcia, ele mesmo, o eterno Hurley, de Lost. Permeado de referências à Lost e com o grudento bordão "Awww, man!", este é um dos melhores episódios de How I Met Your Mother.

E aí, concorda, discorda ou muito pelo contrário? Dê sua opinião!

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Top Five Músicas: Season 2

Seguindo a idéia do Paulo, fiz o meu Top 5 Músicas. Para não repetir o post dele trocando somente as músicas, resolvi escolher as minhas usando alguns critérios diferentes. As minhas escolhidas não são necessariamente músicas que eu gosto. Elas estão aqui pelo seu significado, pela reação que causaram em mim ou pelas lembranças que despertam.

5º – Glory Box – Portishead (CSI 2x02 – Chaos Theory)

Em um dormitório universitário, uma jovem mulher aguarda na janela a chegada da sua carona. Naquela noite chuvosa ela seria assassinada.

Embora Chaos Theory não seja um episódio chave para a série, mantém a qualidade tradicional das duas primeiras temporadas de CSI. Essa série não é reconhecida pelo cuidado com a trilha sonora, como é o caso de algumas das outras abaixo, mas Glory Box foi um grande acerto.



4º – Delicate – Damien Rice (Lost 1x17 – ...In Translation)

Essa, assim como uma das escolhidas do Paulo, é mais uma música do fantástico Discman do Hurley. Agora que eu parei para escrever esse post comecei a achar esquisito o Hurley, sendo do jeito que é, ter esses tipos de gostos para música. Sou só eu? Além disso, sendo o dude podre de rico, ele não poderia ter comprado um mp3 player já naquela época?

Delicate é linda e merece com certeza ser a primeira música de O, o primeiro trabalho solo de Damien Rice. Tive que me conter para não escrever que essa música é a melhor do disco, porque seria uma injustiça, afinal o cd é maravilhoso.



3º – Fight the Power – Public Enemy (House 5x22 – House Divided)

Nos 30 segundos mais engraçados de toda a série, House aparece segurando um rádio e dançando, como se fosse um rapper. O rádio, ou melhor, as vibrações que ele emite, são utilizadas em um teste para confirmar uma suspeita do médico.

Eu ri tanto que tive que pausar o episódio para não perder o diálogo! Voltei incontáveis vezes para assistir de novo e ri em todas, o que é algo extremamente raro de acontecer comigo. Além disso, é impressionante como essa música vicia! Passei vários dias escutando direto.



2º – Here I Dreamt I Was an Architect – The Decemberists (How I Met Your Mother 2x04 – Ted Mosby, Architect)

Esse episódio tem como um de seus focos as dificuldades que a Robin tem em se relacionar, sendo acostumada a viver sozinha e entrar e sair de relacionamentos quando bem desejava. Ted é um cara legal, mas gosta de falar de assuntos que só ele no grupo se interessa, como Arquitetura. Isso gerou alguns conflitos entre eles e a música fica ao fundo, enquanto eles acertam alguns pontos em seu relacionamento.

Não conheço muito de Decemberists, mas entre os cds deles que eu ouvi, Castaways and Cutouts, é o melhor. Me parece que Decemberists é bem menos conhecido do que deveria.



1º – Carry On Wayward Son – Kansas (Supernatural 3x16 – No Rest for the Wicked)

Episódios épicos de Supernatural são aqueles que começam com um Impala preto correndo pelas estradas dos Estados Unidos ao som de Carry On Wayward Son. Isso significa que é começo ou fim de temporada, que veremos algumas cenas com os momentos mais relevantes até o momento e, é claro, que vai rolar muita, mas muita ass kickery. Essa música, como pode-se imaginar, é trilha de diversos episódios, mas escolhi esse em especial porque faz parte dos melhores dias da série. Saudades.

A trilha sonora de Supernatural é recheada de músicas de bandas de rock dos anos 70 e 80, principalmente. Provavelmente isso é resultado do gosto dos showrunners da série, mas é refletido no Dean, declarado fã de rock antigo. O fato é que na maioria dos episódios sempre tem alguma banda tocando. Nomes como Lynyrd Skynyrd, Rolling Stones, Creedence Clearwater Revival, Bob Dylan, The Stooges e Alice in Chains dão as caras na série. Assim como a música destacada nesse post, AC/DC é praticamente trilha oficial dos momentos mais importantes da série.

Mesmo eu nunca tendo gostado de Kansas, escolhi essa como a número 1 pela lembrança dos melhores momentos da série e pela sua relevância para Supernatural. A letra faz muito sentido e parece ser uma daquelas músicas criadas especificamente para serem utilizadas em conjunto com algum livro, série, filme ou personagem.



_______

Escolhi uma música por série para tentar deixar o post variado. House e How I Met Your Mother, por exemplo, possuem ótimas trilhas, com músicas em quantidade suficiente para que se façam alguns posts específicos para cada uma delas, sem que aconteçam repetições.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Top Five - Músicas


Inaugurando uma nova seção no blog, proponho um Top Five de qualquer coisa que tenha se passado nas nossa séries preferidas. Para começar, um Top Five das melhores músicas, na minha opinião, que tocaram não só nas caixas de som do PC.

Vamos a elas:

5º - Nothing compares to you – Sinnead O’Connor (Jericho – S01E11)

Jake (Skeet Ulrich) e Emily (Ashley Scott) estão conversando sobre seu passado quando Jake diz que Emily não parava de cantar a música de uma cantora careca. Emily diz que aquela era música deles, o que surpreende Jake.

Mais tarde, no bar de Mary (Clare Carey), Jake encontra a música na jukebox e põe pra tocar, surpreendendo Emily.
Eles começam a dançar ao som da música, porém no momento do beijo o irmão de Jake, Eric (Kenneth Mitchell), chega com (más) notícias, interrompendo o beijo e a música.


4º - Like a rolling stone – Rolling Stones (FlashForward – S01E06)

Um tiroteio digno de James Bond ao som de uma das melhores músicas de Bob Dylan – interpretada pelos Rolling Stones. O tiroteio fez o governo americano acreditar no Projeto Mosaico e investir dinheiro nele. Na mesma cena Janis (Christine Woods) leva um tiro, o que poderia prejudicar a visão que ela teve em seu flashforward.


3º - Are you sure - Willie Nelson (Lost – S01E06)

Jack (Mathew Fox) decide se mudar para as cavernas e consegue alguns seguidores. Já estabelecidos, à noite, Hurley (Jorge Garcia) põe seu walkman – uma das primeiras coisas que havia comprado após ganhar na loteria – a tocar Willie Nelson.

A música melancólica, com título sugestivo, demonstrava a dúvida que pairava entre os sobreviventes: as cavernas eram um bom negócio?


2º - Spit on stranger – Pavement (How I Met Your Mother – S01E13)

Ted (Josh Radnor) conhece uma mulher no casamento de Stuart (Matt Boren), eles se dão bem, porém concordam em não se ver mais depois daquela noite. Eles nem trocam telefones ou algo parecido. Porém, Ted fica obcecado por ela e depois de muito procurar a reencontra.

No momento em que se vêem, Spit on stranger começa a tocar. Ela pode não ter sido a “mother”, mas pelo menos proporcionou um dos grandes momentos da série.


1º - No Surprises – Radiohead (House – S06E01)

Em um episódio com um nome adequado, Broken, House (Hugh Laurie) começa sua luta para se livrar do vício de Vicodin. Assim que começa o episódio, o teclado do Radiohead inicia sua música melancólica. A luta contra a dor e a abstinência parece acentuada por essa ótima música.


E então, concordam, discordam, tem outras sugestões? Os comentários estão aí para isso.

Como bônus, vocês podem baixar as músicas citadas neste Top Five aqui.


Crédito das imagens: Havyner! Thanks, bro.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

The Walking Dead - um bom começo.

Quando surgiram as especulações para a adaptação de The Walking Dead, quadrinhos de Robert Kirkman, fiquei ansioso para ver o resultado. Quando descobri que quem estava por trás de toda a produção era ninguém menos que Frank Darabont, o diretor de boas adaptações de Stephen King como Um Sonho de Liberdade e À Espera de um Milagre - fiquei mais esperançoso.
Nada melhor que um bom produto sendo adaptado por um bom profissional - especialmente na arte de adaptar. Mas isso só fez aumentar a ansie
dade, parecia que a adaptação ia levar anos para chegar às telas de nossas TVs - e PCs. Mas a espera teve fim, domingo, Halloween, foi ao ar a Season Premiere de The Walking Dead. E foi excelente!

Para suprir a expectativa, logo de cara uma ótima cena, um flashforward, com a participação de um dos walkies - na trama, é assim que os personagem chamam os zumbis. Em seguida, voltamos no tempo e vemos o incidente que deixou Rick Grames (Andrew Lincoln) em coma, passando um tempo indefinido até seu despertar e o início, pra valer, da trama.

As semelhanças com a HQ são bacanas, mas nada que nos faça ter spoilers, apenas por ter lido as HQs. O produtor/diretor Frank Darabont e o próprio Robert Kirman, também um dos produtores, já garantiram que a trama da série será diferente da HQ. O que se pode comprovar ao ver a história de Morgan e Duane, além de alguns detalhes da trama.
Aliás, Morgan é uma das gratas surpresa, interpretado por Lennie James, o Robert Hawkins de Jericho, na série está bem longe do assustado e sem-graça da HQ. Espero que volte a aparecer na série em breve.
Outra boa surpresa é a atuação de Andrew Lincoln, lembro vagamente dele no filme Simplesmente Amor - que teve participação do Rodrigo Santoro -, mas nada que chamasse a atenção. Porém, na série ele mostrou força e capacidade pra assumir um personagem complexo. Um personagem que precisa brigar contra seus princípios e atirar em crânios "indefesos" neste novo mundo cruel.

Tomara que The Walking Dead siga mantendo o bom nível e a julgar pela audiência, acho que dificilmente eles vão fazer algo para estragar a série. Até porque a segunda temporada já está garantida. Quanto a esta temporada, infelizmente, serão somente seis episódios.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Problemas para o começo da temporada



Kaley Cuoco, a Penny de The Big Bang Theory, quebrou a perna no final de semana passado em um acidente enquanto praticava montaria. Os seus representantes já avisaram que ela está bem e se recuperando. Com a série retornando ao ar em menos de uma semana, as gravações serão prejudicadas.

Inicialmente, após o primeiro episódio a série teria um hiato pré-agendado de uma semana, que se encaixaria perfeitamente com a recuperação de Kaley, mas as notícias de hoje indicam que a lesão não seria tão simples assim e que ela ficaria de fora de alguns episódios. Por isso, além do hiato, a produção da série será totalmente paralisada por uma semana, para que os produtores decidam se a pausa continuará até o retorno da atriz ou se inventarão alguma história para que ela fique de fora de alguns episódios.

Essa temporada Big Bang irá ao ar nas quintas, para fortalecer o horário nobre da CBS nesse dia, além de servir de suporte para a estreante Shit My Dad Says. Ontem a CBS transmitiu uma micro maratona com quatro episódios da série dos nerds e mesmo com as reprises atropelou os adversários, que exceto a NBC, também exibiram reprises. Totalizando quase 8 milhões na média de audiência, a CBS contou com 2 milhões de pessoas a mais do que a segunda colocada, a ABC. Embora os números sejam bons, uma ausência prolongada de Penny pode prejudicar os números de TBBT e de sua emissora.

O plano da CBS parece ser aproveitar que Big Bang se transformou em sua principal comédia, superando Two and a Half Men, a então número um por vários anos, e garantir a liderança nas quintas. Big Bang se beneficiou por ir ao ar depois de TAAHM na última temporada, aumentando a sua audiência em alguns milhões de pessoas, e ao colocar os nerds como abertura do dia, pode ser que SMDS, apesar de novata, passe por um processo de valorização similar e também se torne um sucesso. Sua adversária de horário, 30 Rock, conta com metade da audiência de TBBT, ficando entre 5 a 7 milhões, normalmente. Além disso, TBBT vai ao ar no mesmo horário que a ótima Community, a segunda queridinha dos estadunidenses e da mídia, somente atrás de Modern Family. Esmagar Community enquanto essa ainda não atingiu todo o seu potencial pode ser uma boa saída para a CBS. Além disso, depois das duas comédias, a CBS ainda conta com CSI, líder de seu horário (pobre Fringe...) e The Mentalist. Pelo menos para mim, parace que a CBS vai liderar fácil a audiência das quintas por mais um ano.

Atualização: Depois de três semanas de recuperação, Kaley Cuoco volta ao set na próxima segunda, dia 11. A rápida recuperação fez com que ela perdesse somente dois episódios, mas ainda não foi divulgado como os produtores e os roteiristas da série explicarão a ausência de Penny.

Fontes: EW e TV Guide.

sábado, 7 de agosto de 2010

Antes, depois e... antes?


E The It Crowd veio e já foi. Como era de se esperar, a quarta temporada foi breve, com seis episódios. Mas o fato é que desta vez a série não me divertiu tanto quanto as temporadas anteriores.
O único episódio que me proporcionou boas risadas foi o quinto, Bad Boys, em que Roy e Moss decidem matar um dia de trabalho. Moss recebeu grande foco nesse episódio e protagonizou momentos hilários! Richard Ayoade realmente evidencia muito talento em sua interpretação. Também teve uma sátira de estrangeiros falantes de Inglês, que esteve entre as melhores cenas.
No entanto, o auge da temporada, para mim, foi o sexto e último episódio, Reynholm Vs Reynholm, em que finalmente Noel Fielding deu as caras. Richmond Felicity Avenal ofereceu-se para ajudar Reynholm em um processo e testemunhou em um tribunal a favor dele.
Embora eu tenha ficado contente pelo personagem que eu mais esperava ter aparecido, não foi de todo positivo. Richmond não é mais praticante da cultura gótica, o que me decepcionou. Rich podia ser gloomy, mas era o que eu adorava nele!


Goth Richmond:














Boss Richmond:
























Quem viu todas as temporadas provavelmente deve ter associado o novo Richmond com o que ele era antes de virar gótico. E essa semelhança não é legal. É como se o Rich tivesse regredido. Na minha opinião, os autores não mandaram bem na trajetória do personagem.
Tal mudança pode ser uma tentativa de finalizar a história do personagem, considerando que ele saiu das Indústrias Reynholm e significando que ele não aparecerá mais na série. Se não for isso, pra mim é estupidez. Seria o mesmo se o Moss deixasse de ser geeky. Perderia o sentido, como aconteceu com Richmond. Não consigo mais imaginar uma possibilidade de nova aparição dele em IT. E isso me deixa triste e desmotivada quanto à série. :/

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

The Event

Série nova, que pelo trailer parece ser muito boa!

The Event é uma série dramática norte-americana. A série conta a história de Sean Walker, um homem comum que, ao investigar o desaparecimento de sua noiva, acaba descobrindo uma conspiração contra o Presidente dos Estados Unidos.




Agora é torcer que não seja como FlashForward, que prometia bastante e não vingou.