sexta-feira, 5 de março de 2010

Michael C. Hall vencendo o câncer


Aquele que dá vida a Dexter Morgan, o ator Michael C. Hall, foi diagnosticado com câncer há alguns meses, próximo do final da quarta temporada da série nos EUA. A notícia circulou por diversos sites voltados a notícias sobre televisão e entretenimento em geral e deixou muitos fãs preocupados com o futuro do ator e da série.

Hall, que descobriu seu Linfoma de Hodgkin logo no começo, conseguiu tratar a doença antes de seu estado avançar e esta agora encontra-se em remissão. Segundo seus representantes o ator está descansando para retomar as gravações da série no final de abril ou começo de maio. Se o estado de saúde do ator continuar bom e nenhum outro imprevisto acontecer, a quinta temporada de Dexter estréia em setembro na Showtime.

Fonte: EW

quarta-feira, 3 de março de 2010

Última temporada de LOST (Contém spoilers para quem ainda não viu todos os episódios)


Esperei até agora para comentar algo sobre o que tenho achado até o momento da série mais foda de todos os tempos.

Acredito que nos primeiros três capítulos a gente não tem muito com o que se preocupar, teorizar nesse período é perigoso. Porém, nos flash sideways existentes nessa temporada devemos prestar muita, mas muita atenção mesmo. Parece que, mesmo com a não-queda do Oceanic 815 todos os personagens irão cruzar o caminho um do outro. Um fato que intriga muitos fãs é o aparecimento do Desmond no avião, ao lado de Jack. Calma, calma... sem queda do avião também não há escotilha e não há ilha, portanto o Desmond não está em dois lugares ao mesmo tempo (pelo menos ao que parece).

Após assistir o sexto episódio dessa temporada percebo que a distinção bem x mal se intensifica com o desenrolar da série e fica possível imaginar que três losties são “do bem” e três “do mal”, uma vez que Jack mexe em uma balança, lá no farol juntamente com Hurley. 4, 8, 15, 16, 23,42... manter o equilíbrio, certo? Baseada nisso acredito nessa hipótese de que uns são bons e outros maus.

Até o momento, é apenas isso que gostaria de apontar, de dividir com o público. Claro que muitas outras coisas aparecem na mente mas nada concreto, até o momento apenas suposições. O meu parecer por enquanto é de que a série está tomando um rumo bom embora essa possibilidade de Jacob ser um anjo, ou Deus, sei lá e o smokey ser o diabo me deixe um pouco frustrada. Porém, misticismo em Lost é o mínimo esperado para explicar toda essa loucura, ou boa parte dela.

FlashForward: cancela ou não cancela? (spoilers leves)

FlashForward é uma série de ficção científica que estreou no começo da fall season na emissora estadunidense ABC e já estreou na AXN brasileira. Em resumo, a série é uma adaptação do livro de Robert J. Sawyer e trata sobre uma espécie de apagão misterioso que acontece ao mesmo tempo em todo o planeta. Pessoas de todos os cantos desmaiaram por 2 minutos e 17 segundos e durante esse tempo foram capazes de ver imagens do seu futuro. Para ser mais exato, as imagens são do dia 29 de abril de 2010. No desenrolar do piloto, o protagonista, um agente do FBI acaba participando de uma divisão pioneira na investigação do bizarro acontecimento. A medida que a investigação avança, novas pistas e novas pessoas são descobertas e o gigantesco quebra-cabeça começa a tomar forma.

Lost, um dos carros-chefes da emissora, encerra seu ciclo este ano, deixando um grande vácuo no gênero ficção científica para ser preenchido por alguma série nova. FlashForward, cujo nome lembra o recurso narrativo utilizado pelos responsáveis por Lost, aparece para tentar preencher esse vazio na grade da ABC e no coração dos fãs de Lost. Aproveitando essa associação em parte produzida e em parte lançada pelos fãs de Lost, a ABC vendeu FF como sendo “o novo Lost”. O fato é que no começo o hype deu muito certo, com a série alcançando as primeiras posições no ranking da audiência das quintas-feiras nos EUA, com o piloto atingindo 12 milhões de telespectadores. No entanto, aquele gás que o “novo Lost” tinha no começo não resistiu e a audiência logo começou a abandonar o programa, com a série fechando sua passagem por 2009 com quase cinco milhões a menos de pessoas assistindo. Foi aí que começou a desgraça.

Ainda em novembro, com o penúltimo episódio do ano tendo ido ao ar poucos dias antes, Marc Guggenheim, um dos principais responsáveis pelo programa abandonou o barco que começava a naufragar, depois que a série atingiu um novo recorde de baixa audiência. Imediatamente os executivos da ABC anunciaram que a série entraria em hiato até março, para que a equipe pudesse se reorganizar e para que o retorno não fosse um fiasco ainda maior, concorrendo com as séries que voltam em janeiro e depois com as olimpíadas de inverno.

No começo do mês passado, outro grande produtor também pulou fora: David Goyer, o responsável pelos roteiros dos novos filmes do Batman, anunciou que vai deixar de cuidar da série de perto, para focar suas atenções na sua carreira em crescimento no cinema. Até agora a emissora não anunciou quem vai ser o novo produtor-chefe que encabeçará FF daqui pra frente. Sem um grande nome por trás da do programa, que esperança pode restar? O mercado estrangeiro.

Segunda-feira apareceram números um tanto animadores na internet: apesar de ir de mal a pior domesticamente, a série tem uma audiência sólida no Reino Unido, na Espanha e na Itália, talvez sendo isso, mais as audiências em outros países, o suficiente para evitar a descontinuação da série. Por enquanto, as notícias dizem que os executivos da ABC vão esperar o retorno da série no final deste mês para que possam analisar os números antes de decidirem se irão comprar uma nova temporada ou se vão mandar FF pro cemitério das séries que não viveram para justificar o hype.

Fontes: EW e Omelete.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

DH - 6x15 (com spoilers)

Desperate Housewives atualmente está na 6ª temporada e já ganhou muitos prêmios, incluindo Emmy e Golden Globe Awards. O último episódio Bring Me Back To Life foca na mais nova moradora de Wisteria Lane, uma rua no subúrbio da cidade fictícia de Fairview. Robin (a Rita de Dexter) é uma ex-stripper que passa a morar na casa de Susan Mayer, após Susan tê-la influenciado a largar seu emprego na boate de seu ex e falecido marido, Karl Mayer. Neste episódio, Robin aparece relacionando-se com as donas de casa da série, que a julgam e discriminam devido aos seus antecedentes. Mas até que ponto nossas atitudes/profissões determinam quem somos? Essa é uma questão que ficou na minha cabeça após assistir o episódio.
Eu acredito que o que fazemos, sim, interfere em nossa integridade. A profissão que escolhemos exige que tenhamos ou desenvolvamos certas habilidades, que assumamos certas posturas. E logicamente isso está incluído na pessoa que somos. Um advogado necessita da capacidade de persuasão para desempenhar o seu trabalho, o que é refletido em sua vida pessoal. Alguém que trabalhe como stripper precisa ser sensual, atraente, bonito, e certamente esses fatores aparecem fora do ambiente de trabalho, como aconteceu com Robin. As housewives de Wisteria Lane se sentiram ameaçadas por ela, enquanto outros tentaram tirar vantagem. Robin criticou o fato de as pessoas a julgarem com base no que ela costumava fazer, mas o fato é que isso está presente na vida dela, que demonstrou e também confessou não saber os limites de como agir com os homens que encontra.
Por outro lado, um professor pode assumir uma postura rígida e autoritária para ministrar suas aulas, mas não necessariamente age dessa forma em sua vida pessoal. Isso, na verdade, pode ser uma capacidade de flexibilidade, interpretação, própria da pessoa. Enfim, a profissão que temos não determina quem somos, mas é um dos fatores que compõem a nossa personalidade de alguma forma, mesmo que não tão clara e direta.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Charlie Sheen entra em rehab (sem spoilers)


Charlie Sheen é realmente muito parecido com Charlie Harper, personagem que ele interpreta em Two and a Half Men. Com os vários incidentes envolvendo bebidas, drogas e violência contra as esposas ao longo de sua vida, Sheen é reconhecido por sua má conduta. No natal passado ele foi preso em Aspen, cidade onde mora, graças a uma denúncia da própria esposa, Brooke Mueller. Notícias na época chegaram a dizer que Sheen teria ameaçado a esposa com uma faca.

Liberado no dia seguinte após ter pago a sua fiança, Sheen seguiu filmando normalmente, sem isso afetar o seu desempenho. No entanto, ao que parece a sua vida fora das telas ficou perturbada, pois essa semana seu representante anunciou que ele está se retirando temporariamente de Men e que passará algum tempo em uma clínica de reabilitação. Em conseqüência disso, a série terá sua produção congelada até que ele volte.

Nesse momento muitas séries do horário nobre da tv estadunidense estão passando reprises para evitar a concorrência com os jogos olímpicos de inverno, que são muito populares por lá. O último episódio a ir ao ar foi o de número 15 e os responsáveis pelo programa da CBS já anunciaram que eles ainda possuem mais três episódios prontos para serem exibidos, com o 19 em produção, ou seja, Sheen ainda tem de três a quatro semanas para retornar sem causar grandes danos.

Two and a Half Men é a série de comédia mais assistida dos EUA, com audiência média de 15 milhões de espectadores por semana. Ano passado ia ao ar as 21:30, encerrando o LOL Mondays, o bloco de sitcoms da emissora. No verão do hemisfério norte, período das reprises da tv estadunidense, a companheira de LOL Mondays The Big Bang Theory cresceu muito em popularidade e teve uma audiência que agradou muito aos executivos da CBS. Por isso, em 2010 alteraram a grande para que TAAHM viesse antes de TBBT, para que a série dos nerds herdasse a grande audiência de Charlie e cia. e ela própria contribuísse ainda mais para o crescimento dos números, com os seus telespectadores cativos, o que deu muito certo. TBBT está com ótimos números esse ano, os maiores da sua curta existência. Por tudo isso, se TAAHM ficar fora do ar tempo demais pode prejudicar a estrutura de segunda da CBS e resultar em perda de audiência para a emissora.

Fontes: The Wrap, Aol Television e TV Squad.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Modern Family (sem spoilers)

Lembram do doutor Emmet Brown, do filme De volta para o futuro? Ele se chama Christopher Lloyd e segundo a wikipedia brasileira é um dos responsáveis pela série Modern Family.

Mas a wikipedia, pra variar, está errada. O ator que fazia o "doc" não é a mesma pessoa que o Christopher Lloyd que produz essa nova série junto com Steven Levitan. Esse Christopher Lloyd é outro, irmão de Stephen Lloyd, um dos produtores da melhor série já feita.



Modern Family é uma sitcom que segue o formato de um pseudo-documentário, em que várias vezes os personagens falam direto para a câmera. É apresentada uma família com três núcleos diferentes e seus relacionamentos. Todos estão ligados, mas são bem divididos e representam estereótipos variados.




Jay Pritchett (Ed O'Neill, o Al Bundy) é um patriarca que se casa com uma mulher latina 30 anos mais nova (e com um filho adolescente tosquinho e metido a conquistador, mas que leva vários cortes).

Se deu o véio, vai dizer.









Jay é pai de Claire Dunphy, uma dona de casa loira que tem um casamento de 16 anos com um marido muito sem noção. Eles têm três filhos: Alex, uma nerd engraçada e que vive incomodando os irmãos, Haley, uma patty fútil começando a adolescência, e Luke, um guri menor que é burrinho que dá pena.











Claire é irmã de Mitchell Pritchett, um dos caras do casal gay que adotou uma bebê vietnamita, a Lily. Mitchell é advogado e cheio de mágoas com o pai, a irmã, a infância, etc. Ele é casado com Cameron, um gordinho dramático e que sempre tenta ajudar os outros.





A série caiu nas graças da crítica e é considerada uma das melhores estreias dos últimos tempos e da temporada, mas como ainda tem poucos episódios (apenas 15), não dá pra dizer se vai ter fôlego pra sustentar e justificar o hype. Até agora nenhum episódio foi fraco.


Pra baixar via torrent: http://btjunkie.org
Legendas em: legendas.tv

domingo, 21 de fevereiro de 2010

GA.6x15 (com spoilers)

Grey’s Anatomy é uma série que mostra o dia-a-dia dos médicos, residentes e internos de um hospital chamado Seatle Grace. Hoje eu assisti o último episódio da 6ª temporada, emocionante como todos os outros da série! A ele foi dado o nome de The Time Warp. Warp significa uma quebra ou mudança repentina na progressão do tempo ou no espaço. O episódio se desenvolve com membros da equipe médica de Seatle Grace dando palestras e relatando experiências de carreira no Lecture Day em meio a vários flashbacks. Esse evento foi retomado pelo atual chefe da cirurgia Derek Shepard, o que também remete a uma quebra, já que recentemente ele assumiu o cargo de Richard Webber, alcoólatra em recuperação.
As palestras de Calliope Torres, Miranda Bailey e, especialmente, Richard são tomadas por lições e moralismos (como já é típico da série). Callie conta sobre quando operou um adulto vítima de poliomielite quando criança, juntamente com Alex Karev, e sucedeu em fazê-lo voltar a andar. Miranda relata um caso de dores abdominais e difícil diagnóstico, quando enfrentou sua atendente e terminou por diagnosticar um caso de porfiria. Já Richard Webber, relembrou a época em que trabalhava com Ellis Grey, mãe de Meredith Grey (protagonista da série). No início da década de 80, Richard e Ellis depararam-se com um caso de GRID (gay-related immunodeficiency disease), como a AIDS era chamada até então, tratando e operando o paciente mesmo em um momento em que não se sabia nem as formas de contágio da doença.
Os momentos relembrados me deram vontade de experimentar a série em seus primórdios, os quais eu perdi (comecei a ver na 3ª temporada). Vontade de ver o Karev super pegador, o início da relação da Cristina com o Burke, o George, a nazi Miranda, o Denny e a Izzie...
GA se resume em três amplos objetivos: divertir, ensinar e emocionar. Uma das séries mais diversas que eu já acompanhei.